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ANEURISMA DA AORTA





O que é?
A aorta é a maior artéria do corpo humano. Quando ocorre uma dilatação deste vaso acima de 50% do seu diâmetro normal, existe por definição a formação de um aneurisma.A localização mais freqüente é na aorta abdominal mas cerca de 10% ocorrem na aorta no tórax.Cerca de 5% dos homens acima de 60 anos apresentam aneurisma da aota e este é quatro vezes mais comum em homens do que em mulheres. A complicação mais temida é a ruptura que se associa a uma mortalidade ao redor de 80%.

Em princípio, qualquer artéria pode ser acometida, mas é a aorta abdominal, especialmente em seu segmento abaixo das artérias renais, a mais freqüentemente envolvida pelo aneurisma. Uma vez enfraquecida a parede arterial, ela cede à constante pressão pulsátil do sangue em seu interior e, se dilata. A partir daí e, de acordo com conceitos de leis físicas, essa dilatação aumenta cada vez mais, progredindo inexoravelmente para a rotura da artéria, situação sempre de extrema gravidade, que pode culminar com o óbito do paciente, as vezes até mesmo antes que ele consiga alcançar recursomédicos. A probabilidade de rotura é diretamente proporcional ao tamanho do aneurisma, mais especificamente ao seu diâmetro. De modo geral, considera-se que a partir de 4 cm de diâmetro, todo aneurisma da aorta abdominal deva ser tratado, de forma a evitar sua complicação maior, a rotura.

Como se apresenta?
A maioria dos aneurismas não provoca sintomas. Quando muito volumosos podem provocar dor abdominal ou lombar. A história natural dos aneurismas da aorta é o crescimento progressivo e ruptura. O ritmo de crescimento é variável e imprevisível. Mais raramente o trombo (coágulos antigos) no interior da dilatação podem se desprender e causar uma embolia nas artérias das pernas. Os aneurismas da aorta torácica podem provocar sintomas secundários à ruptura para o pulmão ou esôfago (tosse sanguinolenta e sangramento para o intestino), mas estes também são raros. Infelizmente a maioria dos aneurismas cresce sem levantar a suspeita de aneurisma torácico ou sintomas até o momento da ruptura.

Como o médico diagnostica?
O exame diagnóstico que mais freqüentemente diagnostica o aneurisma da aorta abdominal é a ecografia. Na maioria das vezes a ecografia que faz o diagnóstico foi solicitada sem a suspeita do diagnóstico. O diagnóstico ocasional é menos comum na aorta torácica porque as costelas atrapalham o exame ecográfico. Em cerca de 50% dos casos o Raio X simples do tórax pode identificar o aneurisma desta localização. Para o planejamento da cirurgia, quando indicada, a ressonância nuclear magnética e principalmente a tomografia computadorizada são os exames que fazem parte da rotina.

Complicações
A maioria dos aneurismas evolui de forma assintomática até a ruptura. Em menos de 2% dos casos ocorre embolia para os membros inferiores (pelo desprendimento de fragmentos de coágulos da parede) ou trombose do aneurisma e conseqüente deficiência na circulação das pernas.

Tratamento
O tratamento definitivo é cirúrgico e está indicado nos aneurismas que apresentam diâmetro transverso acima de 5 cm. Em alguns pacientes que apresentam outras doenças graves a cirurgia pode ser adiada até que o aneurisma ultrapasse 6 cm. Por outro lado se um paciente apresenta aumento rápido do diâmetro (em exames de imagem periódicos) a cirurgia deve ser realizada imediatamente devido ao maior risco de ruptura. Apenas um cirurgião vascular experiente pode avaliar adequadamente o risco e benefício da indicação da cirurgia.

O tratamento pode ser feito por cirurgia aberta (por meio de incisão no abdome ou tórax) ou por cirurgia endovascular (implante de uma prótese pela artéria femoral - ENDOPRÓTESE). Nesta última, não há abertura da cavidade abdominal ou do tórax e a prótese é implantada dentro da lesão. O fluxo de sangue passa a se fazer dentro da prótese "excluindo" o aneurisma da circulação. A indicação de uma ou outra técnica mais uma vez depende da avaliação de cada caso. O cirurgião deve ter experiência em ambas as técnicas.

Prevenção
A medida mais importante para diminuir o crescimento do aneurisma é o controle rigoroso da pressão arterial. Nos pacientes que apresentam aneurismas menores do que 5 cm o controle com ecografias semestrais ou anuais é fundamental para acompanhar a lesão. Consultas periódicas com o cirurgião vascular se constituem na melhor maneira de prevenir as complicações.

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